MEUS COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS
Aqui estão algumas companheiras e alguns companheiros que estão na luta por uma cidade mais solidária, humana e democrática!
- Professora Raquel De Pauli Porcel
- Valéria Chiari
- Yasmin Araújo
- Márcia Marília de Moraes
- Adriane Cunha
- Beth Batista
- Professor Carlos Eduardo Coelho
- Professor Everson Costa
- Caio Lourenço
- Professor Naider Porcel
- Professor Renato Granito
- Carlos Manetta
- Luiz Rosalino "Veio de Igaraí"
- Valdir Granito
- Kamila Azarias
- Lucas Bastos
- Maria Orminda
- Matheus Espanha
- Pardal Brás
- José Carmo Alves
- Professor Nader Lourenço
SUAS SUGESTÕES PARA A CIDADE DE MOCOCA
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BIOGRAFIA
Professor Didô é de família de Ribeirão Preto. A mãe é dona de casa que cuidou de 5 filhos. O pai foi militar da Aeronáutica que se aposentou no início do ano de 1969 por discordar dos rumos do movimento militar de março de 1964, logo após o AI-5 decretado em 13 de dezembro de 1968.
Do pai herdou o amor pela política e as idéias de justiça social e aos 15 anos já iniciou a militância política no então recém-criado Partido dos Trabalhadores em 1980.
Era o "verão da anistia" e o Brasil voltava a conviver com eleiçõees, diferença de opiniões, volta dos exilados! Neste clima surgiu o PT e a nossa militância socialista e democrática, pois pregava justiça social com democracia política radical.
Formou-se em História pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 1990 e a turma de História teve como paraninfo o professor Marco Aurélio Garcia (que foi ministro da Secretaria Especial de Relações Internacionais).
Ministra aulas em Mococa desde fevereiro de 1990, mas a carreira no magistário já tinha começado em 1988 no Colégio Objetivo de Campinas.
Em 1998, começou a residir definitivamente em Mococa e em 2005, criou junto com um grupo de professores e educadores o Colégio Bruno Giorgi que sempre ofereceu um ensino de qualidade para as famílias de nossa cidade e ajudou muitos de nossos jovens a passar nos mais concorridos vestibulares das melhores universidades públicas e privadas do Brasil.
O Colégio Bruno encerrou suas atividades em 2013 porque os sócios foram para outras atividades profissionais.
Em maio de 2011, criou o Instituto Bruno Giorgi, entidade sem fins lucrativos para angariar recursos privados com o intuito de promover a geração de empregos e renda na àrea da cultura e a educação.
Em 2012, ficou na 55ª posição entre 185 candidatos, o que considerou um bom desempenho para uma campanha que gastou R$ 1.000,00 e que foi marcadamente pela internet (ficou como 3º suplente da coligação).


